Criámos o Paulo sem consciência,
naquele fugaz momento,
tão fugaz...
Porque nos apanhou distraídos,
fez-se uma criança não nossa,
só dele, refugiado
no seu próprio mundo...
Hoje é um homem
e o mundo continua
a ser dele, só dele...
Quando me aproximo,
fecha-se na sua concha,
onde só alguém consegue entrar!
Hoje quero manter-me bem distante,
porque estou triste...
A concha passou para mim e
ele terá que ter muito engenho
para a abrir!!!
Subscribe to:
Post Comments (Atom)

No comments:
Post a Comment